Estudantes de Direito vivenciam Júri Simulado do caso Elize Matsunaga

A UNG promoveu uma experiência prática com a realização de um júri simulado envolvendo um dos casos criminais de maior repercussão do país. Confira

Discentes passaram por todas as etapas de um julgamento até o veredito final

Por Cris Pappi

A Universidade Guarulhos (UNG) promoveu uma experiência prática com a realização de um júri simulado envolvendo um dos casos criminais de maior repercussão do país. A atividade reuniu estudantes do curso de Direito em um ambiente real do sistema judiciário, ampliando a compreensão sobre as etapas de um julgamento.

A iniciativa fortaleceu a formação acadêmica ao integrar teoria e prática jurídica.

Simulação reproduziu etapas reais de um julgamento

Durante a atividade, os estudantes participaram de todas as fases de um júri, assumindo papéis como:

  • Promotores de Justiça
  • Advogados de defesa e acusação
  • Réu
  • Testemunhas

A dinâmica permitiu aos alunos compreenderem, na prática, o funcionamento do Tribunal do Júri e desenvolverem habilidades jurídicas essenciais.

UNG proporcionou vivência em ambiente jurídico real

A sessão foi realizada no Palácio da Justiça, sede do Tribunal de Justiça de São Paulo, e contou com a condução da juíza Érica Pereira de Souza, que presidiu o julgamento.

A experiência aproximou os estudantes da realidade profissional e do cotidiano da área penal.

Atividade destacou desenvolvimento de competências profissionais

De acordo com o coordenador do curso de Direito da UNG, Sérgio Ruiz, o júri simulado vai além de uma atividade acadêmica tradicional. “A prática funcionou como um estudo real dentro de um espaço histórico, permitindo aos alunos desenvolver competências como oratória, argumentação e atuação diante do conselho de sentença”, destacou.

A iniciativa contribuiu para fortalecer habilidades fundamentais para a carreira jurídica.

Estudantes destacaram impacto da experiência prática

Para o estudante Douglas Gama, a participação no júri foi marcante para sua trajetória acadêmica. “A imersão no Tribunal proporcionou aplicar a teoria de forma clara e vivenciar na prática o que aprendemos em sala de aula”, afirmou.

A experiência ampliou o entendimento sobre o funcionamento do sistema judicial.

Segundo o coordenador do Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) da UNG, Marcos Paulo Delgado, a atividade teve impacto direto na formação dos estudantes. “A prática jurídica penal é essencial para o desenvolvimento acadêmico. A dedicação dos alunos contribuiu para uma experiência enriquecedora e de grande aprendizado”, destacou.

Ao promover o júri simulado, a UNG reafirmou seu compromisso com a formação prática e qualificada dos estudantes, preparando futuros profissionais para os desafios do mercado jurídico.

A iniciativa evidenciou a importância de experiências reais na construção do conhecimento e no desenvolvimento de competências essenciais para a atuação na área.

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